tantas são as multidões. angustiosamente sós. um sol para ninguém. um chão sem ter quem o calque. a luz que flecte em voo picado, para nada. uma tanta luz para tantas coisas e tamanha gente.
seria aproximadamente final de novembro. fazia um vento ameno. por vezes frio. o sol, baixinho. apetecia-me gelado e um beijo. teu. só teu.
esta é a minha memória.